Blog 100 História

2º Gicana Verde de Paraiba do Sul RJ














Olá amigos , o blog vem recebendo poucas atualizações devida a falta de tempo deste que vós escreve, porém sempre que puder estarei atualizando o blog com o melhor conteúdo possível.
Hoje vamos falar de um assunto importante ligado ao meio ambiente.

 Ocorreu na ultima sexta feira 03/06/2016 a 2º Gincana Verde na cidade de Paraíba do Sul (o município pioneiro da Serra Fluminense, disseminadora de civilização no que se chamava no 
século XVIIISertão da Parahyba), o projeto tem como objetivo em incentivar e ressaltar a importância dos projetos e ações em prol da sociedade.         Além de conscientizar a população sobre um assunto tão importante, foi possível dar a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a história de nossa região e riqueza de nosso rio Paraíba.

Foram realizadas provas e apresentações das
escolas do município como: Teatro , tele jornal, parodias e apresentações artísticas e maquetes.





     O cuidado com o meio ambiente e a agricultura tem sido uma das prioridades para a equipe de governo e a gincana é uma confirmação disso, um evento onde envolvemos a sociedade com a comunidade escolar em busca de promover a preservação ambiental, parabéns prefeito Marcinho Abreu e equipe e todas as escolas participantes e principalmente as campeãs Tim Lopes , Condessa do Rio Novo e Noberto Leal.                                                                                                                                                                                   

                                                                                                                                                                                                                      Lipe Lundorf










Experimentos militares 2º Guerra Mundial

wolverine
No filme “X-Men Origins: Wolverine” um programa militar para a criação de um super-soldado, a arma IX. Conheça alguns dos experimentos militares reais mais bizarros feitos nos Estados Unidos, testados em civis e em soldados – tudo para aperfeiçoar a ciência da guerra.
Os militares não tentaram inserir adamantium no esqueleto de ninguém, ou sequer criaram garras retráteis, mas atiraram plutônio em vítimas de acidentes, testaram gás neurotóxico em marinheiros e tentaram Percepção Extra Sensorial.

. Visão noturna


visao noturnavisao noturna
A marinha estadunidense queria aperfeiçoar seus soldados e “instalar” neles uma visão noturna, que os ajudaria a enxergar raios infravermelhos durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, os nossos olhos não são capazes de captar esses sinais, pois não são tão sensíveis. Os cientistas da época sabiam que vitamina A melhorava a recepção de imagem nos olhos e então procuraram desenvolver uma vitamina alternativa para que seus soldados tivessem visão noturna. Alimentaram os voluntários com suplementos à base de fígado de peixe – depois de vários meses, a visão dessas pessoas começou a se modificar e alguns realmente conseguiram captar sinais infravermelos. Mas logo em seguida, outros cietistas desenvolveram os óculos de visão noturna e, mesmo tendo algum sucesso, a forma mais drástica de “ver melhor” foi pelo ralo.

. Vacina de plutônio

plutonioplutonio
Na mesma época do desenvolvimento da bomba atômica, o plutônio virou febre entre os cientistas. Eles queriam saber quais seriam os possíveis males causados pela substância. Os testes começaram dia 10 de abril de 1945, quando pesquisadores injetaram plutônio em uma vítima de acidente para ver quanto tempo demorava até que seu corpo se livrasse da substância radioativa. Esse foi apenas o primeiro de 400 experimentos com radiação. Estudos mais comuns incluiam análises da radiação no organismo, em diferentes doses, e possíveis tratamentos para o câncer.

Saltar na velocidade do som
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Em tempos de Guerra, utilizar paraquedistas era uma tarefa difícil, porque primeiro o Avião tem que atravessar as linhas inimigas sem virar lego sem ser abatido. Depois, o paraquedista tinha que saltar de um ponto não tão alto, até pra não virar alvo fácil, podendo ser morto no ar, ou furarem seu paraquedas.
Logo veio a idéia de saltar de um ponto mais alto e descer que nem uma “bala” pra daí sim abrir o paraquedas e pegar os inimigos com as calças nas mãose surpreender o inimigo.
Foi o que levou a Força Aérea descobrir como os pilotos poderiam sobreviver, caindo de grandes altitudes. A missão foi concedida ao Capitão Joseph Kittinger, que saltou várias vezes, cada vez quebrando
recordes. A terceira vez que quebrou seu próprio recorde, ele saltou de 32 quilômetros de altura. A velocidade da queda foi
tanta que ele quase quebrou a barreira do som, atingindo 988 quilômetros por hora (a velocidade do som é de 1224 km/h). Além disso,
durante a queda, ele precisou suportar temperaturas extremas como 70 graus Celsius negativos.
ercepção Extra Sensorial
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RÁÁÁÁÁ!!! Sim galera, se vcs imaginaram que o Prof Xavier se estreparia no meio da guerra com bombas, tiros e a Poha toda só pq hoje ele é cadeirante, cês estão errados.
Tá, pode até ser que as rodas dele ficassem cheias de barro, mas seria muito mais útil do que vcs imaginam.
Em um projeto, o Pentágono investiu 20 milhões de OBAMAS em pesquisas sobre o assunto. SIM, 20 MILHÕES!!!onze! O objetivo era que os “supersoldados” pudessem “ver” bunkers e outras estruturas militares dos inimigos à
distância, pra depois descrevê-las aos demais militares. O projeto foi cancelado depois de
tentativas falhas.
O Guerreiro 24 horas
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Haha! Aposto que vcs lembraram do Soldado Universal!
Que projeto melhor do que ter um soldado que não dorme? Seriam 24 horas de pura OUSADIA&ALEGRIA PUTARIA FANFARRAGI treta! Se um supersoldado não dorme, e tbm não é prejudicado por isso, seriam inúmeras as possibilidades.
O fato é que com 36 horas acordado, sem nenhum cochilo, seu cérebro dá Shutdown e vc apaga involuntariamente, até descançar um pouco.
Daí vários grupos militares tentaram mudar isso,
distribuindo estimulantes entre seus soldados. Mais recentemente, uma droga que faria com que os militares ficassem acordados até 40 horas foi testada.
Atualmente, os cientistas americanos estão desenvolvendo maneiras de manter o cérebro ativo com eletromagnetismo, OU CEJE OU SEJA, você toma um choque pra ficar nos 220v ligadão.
Esqueletos de metal
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 Sim, a ideia do Wolverine passou pela cabeça dos ciêntistas!

Cientistas buscam implantar nos militares qualidades encontradas em animais, como a resistência a altitudes de determinados tipos de pássaro e a capacidade de redirecionar o fluxo sanguíneo para regiões “não-críticas” do corpo durante o mergulho, como os leões-
marinhos. O objetivo final é fazer com que os soldados sejam “a prova de morte”.
Logo, a negrada começou à trocar os ossos dos soldados por próteses de metal. Pelo menos é o que disse o Jornal russo Pravda.

O artigo do jornal foi publicado com base no trabalho de Jeff Strasberg que afirma que nos anos de 1936 e 1941 a URSS tinha um projeto que consistia em tal feito.
Segundo ele, foram 300 voluntários (imagina só) que se submeteram à diversas operações que consistiam em aplicações de substâncias químicas, Drogas e até eletrodos no cérebro pra inibir a dor, afinal, nada melhor do que um soldado que toda uns tiros e não chama pela mãe nem liga que suas tripas estão de fora fica de boa né.
Depois da primeira parte, eram feitas outras cirurgias que consistiam em retirar os ossos e colocar outros feitos de titânio no lugar.
E pronto! Agora a gente tem soldados que são casca grossa osso duro de roer são super resistentes à balas, bombas, e etc.
Ao que parece, os 300 voluntarios foram para a linha de frente, num batalhão especial, mas os Nazistas quebraram os brinquedinhos deles pq já sabiam da sua existência.
Bem amigos, as histórias são muitas. Há historias dos conspiradores de que a DARPA, já mencionada aqui no blog, altera genes de Humanos para várias experiências, até mesmo para que os soldados não sintam tanta fome, e outros projetos audaciosos, como trabalhar com a Imortalidade, mas aí já é assunto para outro post!
Espero que tenham gostado!
Fontes: Hypescience, Tec.nologia, Wikipedia , 2gmfonts

Universidades publicas é para ricos!

Em gastos por aluno, o setor público escolheu por priorizar a educação superior. Para cada estudante em uma universidade pública, em média, seria possível manter quatro estudantes de ensino médio ou fundamental na escola.
Essa priorização beneficia os mais ricos. Estudantes de universidade pública têm uma renda familiar per capita duas vezes maior do que aqueles que não vão para a universidade. A representação proporcional da classe alta nas universidades públicas é quase o dobro daquela observada na sociedade como um todo.
A probabilidade estimada de um jovem com renda familiar per capita de R$250 ao mês estudar em universidade pública é virtualmente nula: cerca de 2%. Já aqueles jovens que têm uma renda familiar per capita de R$20 mil reais ao mês têm uma chance de 40% de estudar em uma universidade pública.
Existe uma desigualdade também no acesso a cursos mais concorridos. Em universidades públicas, cursos com nota de corte mais alta no SISU tendem a ter uma presença menor de negros. Negros são também sub-representados no Ciência sem Fronteiras.
Transferir renda para financiar a educação dos mais ricos com impostos ajuda a perpetuar desigualdades, pois anos adicionais de estudo incrementam a renda de quem recebeu o benefício. Para cada ano adicional de estudo, adultos têm um aumento de sua renda entre 6,5% e 10%.

Caneta BIC

Com certeza você já viu o furo que as canetas bic possuem em sua lateral, e deve ter se perguntado qual seria sua função.
Aquele furo que encontramos nas canetas bic tem a função de apenas igualar a sua pressão dentro das canetas e fora também.

Caso esse furo não existisse a caneta poderia estourar facilmente, e isso causaria uma sujeira enorme, isso aconteceria sempre que a caneta fosse para lugares mais altos como um prédio ou montanha.

Além do furo que as canetas possuem em sua lateral, você já deve ter percebido suas tampas que também possuem em pequeno furo, mas nesse caso esses furos são um pouco maiores, esse pequeno detalhe é mais novo, tendo sido feiro por volta 1990, esse furo tem uma função ainda mais importante em sua funcionalidade e segurança, esse pequeno buraco na tampa da caneta foram feitos para quando uma criança ou até mesmo adulto coloque as tampas na boca e acabe por acidente as engolindo esse furo permite a passagem de ar para que não ocorra algo mais grave.


Furacão 2000 defende Dilma Rousseff na orla de Copacabana




Rio - A Furacão 2000 vai pela primeira vez à orla de Copacabana. E não se trata de um simples baile funk, mas de um ato contrário ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. No domingo, dois carros de som serão responsáveis por mobilizar o povo contra o que a organização chama de “golpe”.


Rômulo Costa, fundador da Furacão 2000 e idealizador da manifestação, explica que a expectativa é colocar mais de 100 mil pessoas na orla. Para isso, conta com a presença maciça dos moradores de comunidades próximas, como Rocinha, Vidigal, Pavão Pavãozinho e Cantagalo.

A fim de convocar os residentes de regiões mais afastadas da Orla, Costa tem uma ideia ambiciosa: negociar a liberação, durante um certo período de tempo, das catracas da Supervia e do Metrô Rio. Não há, porém, nada confirmado nesse sentido, assim como no que diz respeito aos MC’s que estarão no ato. “Teremos uma reunião amanhã (hoje) à noite para definir e liberar o nome deles”, esclarece.

Fã do ex-presidente Lula, Costa rechaça as críticas ao petista, principalmente a preocupação alheia com os bens do político. “Ele tinha que morar em um prédio de dez andares na Vieira Souto, por tudo o que já fez pelo país”, opinou.

O principal alvo do funkeiro é o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. “Temos um presidente ilegítimo para comandar o processo. O paraíso fiscal do Cunha, no Rio, é a Assembleia de Deus”, acusa Costa, que, apesar de evangélico e frequentador da Igreja Universal, tece fortes críticas ao modo como as igrejas são conduzidas, com isenção de impostos. “E os evangélicos de Brasília não me representam”, concluiu.

Funk Filosofico

Funk Filosofico: Surra de Schubert
Surra de Schubert
Eu vou pro MAM ver a Tarsila
Agora escrevo Orelha e ninguém vai me segurar
Qual a diferença entre o Lutero e Kant?
Um é Iluminista e o outro Protestante
Stanislavski compõe o personagem
Brecht quebra a parede com a plateia interage Resultado de imagem para tarsila do amaralResultado de imagem para tarsila do amaralResultado de imagem para tarsila do amaral

Jesse Owens from Hitler



Jesse Owens from Hitler

"When football pass pela tribuneships do chanceler, ele se levantou e acenou para mim e eu acen de volta. Jornalista mouth when he comports impropriamente este homem que eles difama transformou from Germany "


"He stood up and waved to me"

Os positions do politicamente correto espalham não mais nada sobre a não ser mentiras Adolf Hitler. Por isso, surge invariavelmente opportunities for desmascarar the form of a notorious example was his repugnance.

About a politics of Hitler 'em relação aos Jew, não podemos competir com velocidade da produção of difamações e além dissolved bone propagandists deixem seus hematomas protegidos pela força da lei. Uma pesquisa livre não existe na give the Federal Republic of Germany e em outros países hookear, para não mencionar a grave restrição da Liberdade from expressão segundo o artigo 19 give Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Diariamente são espalhadas pela mídia give the lobby of the new world afora hundred mentiras sobre Hitler. Uma atenção especial é dispensador pela purpose give the anti-Hitler propaganda ao suposto Racisme.

Verdade é que não odiava as Adolf Hitler Raca, mas sim elements as respeitava como frutos da vontade of God, segundo os termos da criação. Entretanto its filosofia e politica estavam oriented Preservar as Raca segundo o a divine plane, e não be destroyed-las através da miscigenação. Give mesma forma como é proibido segundo o Velho Testament from the Talmud from miscigenação dos Jew com os não-Jew, ou seja, com outras Raca, Hitler também quería manter biologicamente untouched by raça Arian, seguindo or entendimento give vontade divine.



Oh ariano Lutz Long e amigo negro or Jesse Owens

Oh, I hate salad paralelo é transferido ao falecido Hitler somente porque ele foi o primeiro Home Public daquela epoca a denunciar o programa do lobby for alcançar o domínio worldwide. Na avalanche of posts of hatred dapropaganda de guerra, rise from mentira de que não Hitler who estender a mão ao sensacional Campeau Olímpico de 1936, Jesse Owens, pelo negro ser brunoo fate.

A verdade é que nunca foi rejeitado Jesse Owens or desprezado by Hitler. Ao contrary, my Führer from Chanceler do Reich tinha great respeito before a negro vencedor Olímpico. We anos que antecederam his death, Jesse Owens revelou o que realmente aconteceu:

Indiferente ao or incdito desempenho na Olimpiada of 1936 from a notice espalhada por toda a part - mas uma false estores - onde Hitler himself recusado a matter depots cumprimentá-lo que ele ganhou his medalha, Owens retornou from his father and added exposta a uma guerra against their raça.

"When football returns dos Jogos olímpicos a meat-country Americana, depots de todas as Hitler estorias sobre como ele desprezado matter to me, I added negado sentar na parte da frente dos ônibus public." Owens disse ainda: "Football tinha which sentar na parte from trás. Eu não podia delay onde quer ... Eu não was fate convidado a apertare a mão of Hitler, mas eu também não was convidado from Casa Branca to apertare a mão do presidente americano. "

"Joe Louis from football fomo mouth primeiros Atletas negros que tiveram a permissão para representar from America", disse Owens, "male nenhum de nós obteve permissão para fechar contratos Publicitarios, pois o sul dos EUA não teria purchased tais produtos anunciados. This era o estigma social ao qual estávamos submetidos ".

The Tampa Tribune (Florida-EUA) - Tuesday, 01/04/1980

A estores do Desprez of Hitler pode ser explicada give next maneira: após a abertura dos Jogos Olímpicos de 1936, os vencedores was levados até o camarotis do Ditadi, onde ele mouth cumprimentava. Mas o presidente do Comite Olímpico Internacional, Henri de Baillet-Latour Conde da Belgica, Hitler que não disse a cab from the elements cumprimentar mouth Atletas. Desta form, the elements deixou O Estádio naquele dia salad cumprimentar mouth demais vencedores.

Or depots de triunfo Olimpico, Owens retornou a América do Norte aceitava ainda muito bem que não os negros.

Mesmo support from manipulada Wikipedia não mais a mentira sobre Jesse Owens. Embora Adolf Hitler não tivesse a permissão por parte de presidente do Comite Olímpico to cumprimentar mouth vencedores, Hitler himself levantou medium of Jesse Owens from acenou para ele (o que ele não fez para outros Atletas). Owens escreveu sobre isso em their memory: "When football pass pela tribuneships do chanceler, ele se levantou e acenou para mim e eu acen de volta. Jornalista mouth when he comports impropriamente este homem que eles difama transformou from Germany. " [Jesse Owens, The Jesse Owens Story, 1970]

Mas por que os jornalista that comports desta maneira? Seria've por dos publishers? Ou dos donos dos jornais rays televisão? Ou ainda a serious atual formação marxista das Faculdade de Ciências Human? - NR

E ternos ainda mais. Nazism was a deep bone tão racists do adversary of Jesse Owens, Lutz Long, three elements as a revelation or desempenho poderia ser aumentado: "Short of hay que ele não é só conhecido pela medalha conseguiu com o salto triple em 4 de agosto de 1936 mas sim também pela form correta snarled o concorrentes Jesse Owens. Após his vitória do dia anterior us 100 metros, Owens obteve two tentativas Queimadas no Treino of qualificação e so lhe restava mais uma tentative. Long passou algumas say e ele ultrapassou least a distance of 7.15 from the qualificou prepare a final. Both turned-mouth Atletas themselves as friends during competições. Long ficou com a mark of 7.87, atrás dos 8,06m of Jesse Owens. " [Wikipedia em alemão]

Assim was opened terríveis Nazism ...

Text baseado no artigo do National Journal

Jesse Owens e Hitler



“Quando eu passei pela tribuna do chanceler, ele se levantou e acenou para mim, e eu acenei de volta. Os jornalistas se comportam impropriamente quando eles difamam este homem que transformou a Alemanha”
“ele se levantou e acenou para mim”
Os adeptos do politicamente correto não espalham mais nada a não ser mentiras sobre Adolf Hitler. Por isso, surgem invariavelmente oportunidades para desmascarar de forma exemplar esta sua notória repugnância.
Sobre a política de Hitler em relação aos judeus, não podemos competir com a velocidade da produção de difamações e, além disso, os propagandistas deixam seus hematomas protegidos pela força da lei. Uma pesquisa livre não existe na República Federal da Alemanha e em outros países europeus, para não mencionar a grave restrição da liberdade de expressão segundo o artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Diariamente são espalhadas pela mídia do lobby mundo afora centenas de novas mentiras sobre Hitler. Uma atenção especial é dispensada pela indústria da propaganda anti-Hitler ao suposto racismo.
Verdade é que Adolf Hitler não odiava as raças, mas sim ele as respeitava como frutos da vontade de Deus, segundo os termos da criação. Entretanto, sua filosofia e política estavam orientadas a preservar as raças segundo o grande plano divino, e não destruí-las através da miscigenação. Da mesma forma como é proibido segundo o Talmud e Velho Testamento a miscigenação dos judeus com os não-judeus, ou seja, com outras raças, Hitler também queria manter biologicamente intacta a raça ariana, seguindo seu entendimento da vontade divina.
O ariano Lutz Long e seu amigo negro Jesse Owens
O ódio sem paralelo é transferido ao falecido Hitler somente porque ele foi o primeiro homem público daquela época a denunciar o programa do lobby para alcançar o domínio mundial. Na avalanche de mensagens de ódio dapropaganda de guerra, surgiu a mentira de que Hitler não quis estender a mão ao sensacional campeão olímpico de 1936, Jesse Owens, pelo fato deste ser negro.
A verdade é que Jesse Owens nunca foi rejeitado ou desprezado por Hitler. Ao contrário, o Führer e Chanceler do Reich tinha grande respeito ante o negro vencedor olímpico. Nos anos que antecederam sua morte, Jesse Owens revelou o que realmente aconteceu:
Indiferente ao seu inédito desempenho na Olimpíada de 1936 e à notícia espalhada por toda a parte – mas uma falsa estória – onde Hitler teria se recusado a cumprimentá-lo depois que ele ganhou sua medalha, Owens retornou à sua pátria e foi exposto a uma guerra contra sua raça.
“Quando eu retornei dos jogos olímpicos à minha pátria americana, depois de todas as estórias sobre Hitler, como ele teria me desprezado, me foi negado sentar na parte da frente dos ônibus públicos.” Owens disse ainda: “Eu tinha que sentar na parte de trás. Eu não podia morar onde queria… Eu não fui de fato convidado a apertar a mão de Hitler, mas eu também não fui convidado à Casa Branca para apertar a mão do presidente americano.”
“Joe Louis e eu fomos os primeiros atletas negros que tiveram a permissão para representar a América”, disse Owens, “mas nenhum de nós obteve permissão para fechar contratos publicitários, pois o sul dos EUA não teria comprado tais produtos anunciados. Este era o estigma social ao qual estávamos submetidos”.
The Tampo Tribune (Florida-EUA) – Terça, 01/04/1980
A estória do desprezo de Hitler pode ser explicada da seguinte maneira: após a abertura dos jogos olímpicos de 1936, os vencedores eram levados até o camarote do Ditador, onde ele os cumprimentava. Mas o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Conde Henri de Baillet-Latour, da Bélgica, disse a Hitler que não cabia a ele cumprimentar os atletas. Desta forma, ele deixou o estádio naquele dia sem cumprimentar os demais vencedores.
Depois de seu triunfo olímpico, Owens retornou à América do Norte que não aceitava ainda muito bem os negros.
Mesmo a manipulada Wikipedia não sustenta mais a mentira sobre Jesse Owens. Embora Adolf Hitler não tivesse a permissão por parte do presidente do Comitê Olímpico para cumprimentar os vencedores, Hitler se levantou diante de Jesse Owens e acenou para ele (o que ele não fez para outros atletas). Owens escreveu sobre isso em suas memórias: “Quando eu passei pela tribuna do chanceler, ele se levantou e acenou para mim, e eu acenei de volta. Os jornalistas se comportam impropriamente quando eles difamam este homem que transformou a Alemanha”. [Jesse Owens, The Jesse Owens Story, 1970]
Mas por que os jornalistas se comportam desta maneira? Seria por medo dos editores? Ou dos donos dos jornais, rádio e televisão? Ou ainda seria a atual formação marxista das faculdades de Ciências Humanas? – NR
E temos ainda mais. Os nazistas eram tão racistas a ponto do adversário de Jesse Owens, Lutz Long, ter revelado a ele como seu desempenho poderia ser aumentado: “Long não é só conhecido pela medalha de prata que ele conseguiu com o salto triplo em 4 de agosto de 1936, mas sim também pela forma correta perante o concorrente Jesse Owens. Após sua vitória do dia anterior nos 100 metros, Owens obteve duas tentativas queimadas no treino de qualificação e só lhe restava mais uma tentativa. Long passou algumas dicas e ele ultrapassou a distância mínima de 7,15m e se qualificou para a final. Ambos os atletas tornaram-se amigos durante as competições. Long ficou com a marca de 7,87m, atrás dos 8,06m de Jesse Owens”. [Wikipedia, em alemão]
Assim eram os terríveis nazistas…
Texto baseado no artigo do National Journal

Viagem no Tempo(Múimia de 1.500 anos é encontrada usando Adidas)

Uma múmia, que os arqueólogos acreditam que tenha vivido há 1,5 mil ou no máximo 10 mil anos, foi encontrada recentemente no alto das Montanhas Altai, na Mongólia. Por enquanto, apenas as mãos e os pés foram recuperados, mas há um detalhe muito, muito bizarro nos pés desse cadáver, morto há tanto tempo: ele parece estar usando tênis.

Depois que as fotos da múmia foram divulgadas na internet, muitas pessoas começaram a dizer que essa era uma prova concreta de que, de alguma forma, viagens no tempo não apenas são possíveis, como já aconteceram.

Alguns internautas disseram, ainda, que o tênis em questão parece ser da famosa marca Adidas. “Essa pessoa não era da elite, e acreditamos que era uma mulher”, disse um dos pesquisadores, B. Sukhbaatar, do Khovd Museum, em declaração publicada no Metro.

De acordo com Sukhbaatar, o corpo ainda está sendo estudado e, em breve, os especialistas poderão falar mais a respeito do gênero da múmia e afirmar se ela foi mesmo uma mulher. O que surpreende os pesquisadores é o fato de terem encontrado esse tipo de múmia na Mongólia, o que é um fenômeno raro. A sepultura tinha 3 metros de profundidade.

Quanto ao questionamento sobre o tênis usado pela múmia, os pesquisadores não quiseram esclarecer nada, mas nem precisamos dizer que, em breve, alguma explicação científica deve surgir, possivelmente negando os rumores, para a tristeza dos aspirantes a Marty McFly. Até lá, somente especulações e curiosidade.
Múmia estaria usando tênis da Adidas? (foto: Reprodução/Facebook)

Mercantilismo



Mercantilismo
 foi o conjunto de práticas econômicas praticadas na Europa na Idade Moderna.
Entre o século XV e o final do século XVIII, a Europa passou por grandes transformações. O mundo medieval havia sofrido grandes transformações, sendo substituído por novas organizações políticas, econômicas e culturais. O advento das grandes navegações foi fundamental para modificar as noções de mundo dos povos europeus, que passaram a usufruir ao máximo de seus recursos. Assim, a economia recebeu novas características com o objetivo de enriquecimento dos Estados Nacionais Modernos.
O Mercantilismo é a prática econômica típica da Idade Moderna e é marcado, sobretudo, pela intervenção do Estado na economia. Durante aproximadamente três séculos foi a prática econômica principal adotada pelos países europeus, o que só seria quebrado com o questionamento sobre a interferência do Estado na economia e o consequente advento das ideias liberais. Em resumo, o Mercantilismo era o conjunto de ideias econômicas que considerava a riqueza do Estado baseada na quantidade de capital que teriam guardado em seus cofres.
A origem de tal prática econômica reside no momento em que a Europa passava por grande escassez de metais preciosos, ou seja, ouro e prata. Faltava dinheiro para atender às demandas do comércio. Naquela época, havia a crença de que a riqueza das nações estava na quantidade de ouro e prata que tinha acumulado. Por sinal, o principal objetivo de portugueses e espanhóis no continente americano no século XVI era descobrir fontes de ouro e prata. Mas, como aconteceu na América, nem sempre era possível achar fontes diretas de metal precioso para abastecimento dos cofres dos Estados europeus. Então, a saída era acumular ouro e prata através do comércio, que recebeu uma série de características para atender essa necessidade.
Três medidas básicas faziam parte do Mercantilismo, eram elas: o bulionismo ou metalismo, o colbertismo ou balança comercial favorável e o mercantilismo comercial e marítimo. A primeira delas é a base maior do Mercantilismo, corresponde ao acúmulo de metais preciosos. A balança comercial favorável é também chamada de colbertismo. Recebeu este nome por causa do ministro de finanças franças de nome Jean-Baptiste Colbert, o qual foi o principal impulsionador das ideias mercantilistas em seu país e permaneceu 22 anos à frente das práticas econômicas na França. A medida que também recebeu seu nome caracteriza-se por fazer com que o Estado exportasse mais do que importasse, mantendo, assim, a chamada balança comercial favorável. Por fim, o mercantilismo comercial e marítimo refere-se à aposta feita pelos Estados Nacionais europeus no acúmulo de riquezas provenientes do comércio marítimo. As grandes navegações impulsionaram grandes capacidades comerciais, permitindo comprar, vender e negociar produtos em diferentes lugares, proporcionando o aumento de escalas na economia.
Além de suas medidas características, o Mercantilismo também é muito identificado pela forte intervenção do Estado na economia, como já dito. Os Estados ricos e com economias mais solidificadas impunham rígidas normas para defender seus interesses. O consumo interno era controlado por práticas protecionistas que também se empenhavam em desenvolver indústrias locais. Enquanto isso, a colonização se encarregava de explorar novos territórios para garantir o acesso a matérias-primas e um canal para o escoamento dos produtos gerados nas metrópoles. O Mercantilismo só seria contestado a partir da segunda metade do século XVIII e a principal ideologia econômica que o substituiria seria o Liberalismo.
Fonte:HUNT, E. K. História do Pensamento Econômico. Rio de Janeiro: Campus, 1989.

MULHERES AFIRMAM TER FILHOS COM ETS

Um grupo de mulheres dos EUA dizem que tiveram filhos por alienígenas e descrevem o encontro com os extraterrestres como os melhores ...